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Política e Economia Quarentena

Governo de SP deve regredir regiões para fases mais restritivas do plano de flexibilização econômica nesta sexta

Região de Marília, que engloba Parapuã, deve ser colocada na vermelha, a mais restritiva, na qual apenas serviços essenciais podem operar.

15/01/2021 09h10
Por: Redação Guia Online Parapuã - Diogo Oliveira Fonte: Informações G1
 Foto: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Foto: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O governo de São Paulo deve regredir regiões do estado para fases mais restritivas do plano de flexibilização econômica.

Com piora nos indicadores de Covid-19, a reclassificação do plano, prevista para ocorrer em 5 de fevereiro, foi antecipada e será feita no início da tarde desta sexta (15).

Pela regra, as antecipações só ocorrem se há necessidade de impor medidas mais restritivas por conta do agravamento nos índices de saúde.

A expectativa é a de que as regiões de Marília, que abrange Parapuã, passe a ficar na fase mais restritiva da proposta, na qual apenas serviços essenciais podem operar. Bauru e Taubaté, que estão na amarela, devem ficar na laranja, na qual bares não podem funcionar.

Presidente Prudente, Sorocaba e Registro devem seguir na fase laranja e o restante do estado permanecerá na amarela.

Mais de 49 mil mortes

Nesta quinta (14), o estado ultrapassou a marca de 49 mil mortes por coronavírus desde o início da pandemia, em meio a uma nova alta de casos, óbitos e internações pela doença após as festas de fim de ano.

A média diária de mortes por Covid-19 está acima de 200 há seis dias seguidos, valor que não era observado desde o dia 16 de setembro do ano passado.

A média móvel de mortes diárias, que considera os registros dos últimos sete dias, é de 217 nesta quinta-feira (14). O valor é 55% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica tendência de alta da epidemia. Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia.

O total de pacientes internados tem se mantido acima de 10 mil desde o início de dezembro de 2020, o que pressiona o sistema de saúde e interfere no atendimento de outras doenças. Na capital paulista, diversos hospitais da rede pública e privada estão com taxa de ocupação acima dos 90%.

Mudanças no Plano SP

Na semana passada, além de mudar o que pode funcionar em cada fase, o governo alterou os indicadores de saúde que orientam a reclassificação das regiões. Segundo a gestão estadual, houve um endurecimento das regras, para dificultar a mudança para estágios mais brandos.

De acordo com o médico João Gabbardo, também integrante do centro de contingência, a ideia é dificultar a mudança de fase, mas permitir que mais setores funcionem, direcionando as restrições de forma mais específica.

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