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Cidades Energia

Aneel autoriza aumento nas contas de energia elétrica de consumidores de Parapuã e cidades da região de Presidente Prudente

Índices aprovados entrarão em vigor a partir do próximo domingo (12) na área de abrangência da concessionária Energisa Sul-Sudeste.

08/07/2020 09h03
Por: Redação Guia Online Parapuã - Diogo Oliveira Fonte: Informações G1
Aneel autoriza aumento nas contas de energia elétrica de consumidores de Parapuã e cidades da região de Presidente Prudente

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (7) o reajuste tarifário anual de 2020 da concessionária Energisa Sul-Sudeste, que é responsável pela distribuição de eletricidade em 28 cidades da região de Presidente Prudente.

Para os consumidores residenciais, o aumento será de 3,32% na conta de energia elétrica.

Para os consumidores de baixa tensão, o aumento será, em média, de 4,03%.

Já para os consumidores industriais, de alta tensão, a média de reajuste será de 6,90%.

Os municípios afetados pelo reajuste são:

  • Adamantina;
  • Alfredo Marcondes;
  • Álvares Machado;
  • Caiabu;
  • Caiuá;
  • Emilianópolis;
  • Iepê;
  • Indiana;
  • Inúbia Paulista;
  • João Ramalho;
  • Lucélia;
  • Martinópolis;
  • Nantes;
  • Osvaldo Cruz;
  • Parapuã;
  • Piquerobi;
  • Pracinha;
  • Presidente Bernardes;
  • Presidente Epitácio;
  • Presidente Prudente;
  • Presidente Venceslau;
  • Rancharia;
  • Regente Feijó;
  • Ribeirão dos Índios;
  • Sagres;
  • Salmourão;
  • Santo Anastácio; e
  • Santo Expedito.

 

De acordo com a Aneel, o efeito médio para o consumidor corresponderá a 4,87%.

O reajuste foi impactado, em especial, pelos custos de aquisição e de transmissão de energia.

A Aneel ainda destacou o efeito da Conta-Covid no amortecimento do reajuste. Sem a conta, o aumento seria de 10,47%, em média, para os consumidores da Energisa.

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural e serviço público de irrigação rural); B3 (industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (iluminação pública).

Os índices aprovados entrarão em vigor a partir do próximo domingo (12).

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